rogeriomarquescosta-versoseprosa
Só quem ama, vive o verdadeiro amor.
Capa Meu Diário Textos Áudios E-books Fotos Perfil Livros à Venda Prêmios Livro de Visitas Contato Links
Textos
(R)EVOLUCIONA
A cigarra que canta e falece,
entristece no prenúncio pluvial.

O colibri suga o néctar.
Amar, sentindo as flores.

A crisálida embebida
em faces coloridas
- alegria do jardim.

Abelha rainha ou operária,
industriária,
cultivando o saboroso mel.

A formiga esperta se metia,
entre as flores, todo dia,
laborando com amor.

Sabiá: seresteiro do pomar.
Bem-te-vi: festivo e feliz.

E, ali, sapo ronca,
final de tarde,
a noite que alarde
está por vir.
É um encanto sem fim
e o rouxinol, enfim,
assiste ao por do sol.

Dedicada à princesa,
coroada com certeza
para governar este vergel.

17.11.1991

In: Ecos do Tempo, 2020.
ROGERIO MARQUES SEQUEIRA COSTA
Enviado por ROGERIO MARQUES SEQUEIRA COSTA em 02/09/2020
Copyright © 2020. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
Comentários