


Ternura angelical aguarda teto,
sem leito, mas o sonho: ser feliz!
Na súplica ao Grande Arquiteto
que abriga a criança que assim prediz.
Aspiram a horizonte de afeto,
crianças carentes, velho infeliz
e lares esquecidos por completo,
e todos aguardam por bom juiz.
Direito sim aos vulneráveis já,
se dormem por cansaço e desalento,
não perdem a esperança, oxalá!
Que a lei lhes possa dar certo aparato
de proteção, respeito ao sentimento
humanizado, correto e sensato.